A minha dona faz sempre umas comidas muito coloridas e originais... pena que eu possa provar... Lambo-me só de imaginar a que é que possa saber...
Bem vindos a um mundo novo e... dourado! Esta é a história do mais recente membro da família: o meu Golden Retriever, William Scottish Bright Da Quinta da Foz do Mondego!
sábado, 9 de julho de 2011
Junho - É sempre agradavel receber as visitas...
Junho - Alguém viu o Scott?
Heheh, cortinados, cortinados, belo esconderijo para dormir uma soneca sem ser incomodado! Aqui ninguém me descobre...
Junho - Dia de limpeza, dia de prisão!
Pois é, para quem não sabe, ha 2ª feira vem a Rosinha limpar a nossa casa.
Eu até gosto da Rosinha com a sua pele muito escura e a sua voz muito alta mas alegre e a sua pronuncia engraçada... só que elas prendem-me! A mim! A mim que não faço mal a ninguém!
Prendem-me no andar de baixo, no quarto vazio e na varanda. Eu até tenho muito espaço, um quarto inteiro vazio, e uma boa varanda... mas não gosto de estar preso. Fico triste...
Eu até gosto da Rosinha com a sua pele muito escura e a sua voz muito alta mas alegre e a sua pronuncia engraçada... só que elas prendem-me! A mim! A mim que não faço mal a ninguém!
Prendem-me no andar de baixo, no quarto vazio e na varanda. Eu até tenho muito espaço, um quarto inteiro vazio, e uma boa varanda... mas não gosto de estar preso. Fico triste...
Junho - Afonso no baile... Scott á espreita!
Com o final do mês de Junho, chegou a inevitável noite da gala de finalistas da escola do Afonso. É claro que o Afonso ainda não é finalista, mas isso hoje em dia significa muito pouco. Depois de insistir várias vezes com a mãe para que o deixasse ir ao baile de finalistas, compreendemos, enfim, que os seus motivos se prendiam com o coração... Pois é! O Afonso, o insólito Afonso, tem uma namorada! Chama-se Andreia e é uma finalista.
Obviamente que o Afonso ainda não a trouxe cá a casa, mas por isso mesmo, decidimos investigar!
Os preparativos para o baile, começaram cedo. Indeciso sobre o que vestir, o Afonso bandoleava-se pela casa fora, nervoso, experimentando todas as gravatas e sapatos do pai, acabando por não escolher nenhuns, bramindo blasfémias para o ar. Para arranjar o cabelo, foi talvez mais de uma hora, desde esticar o cabelo com a máquina da irmã, a por-lhe cera e a pentear-se no ângulo certo... enfim...! Antigamente os homens não precisavam de fazer nada destas coisas!
É claro que por ser um dia de baile de gala, eu como cachorro também não me safei.
Andei toda a tarde a brincar com o Afonso, levava-lhe as meias de cima da cama, tirava-lhe o cinto... enfim... no fundo eu só queria que ele se descontraísse!
O baile começava com um jantar de recepção na Quinta do Barco, e depois, numa espécie de tenda, dançavam até á 1h30 da manhã.
Quando o Afonso já estava no baile, aí é que me tramaram!
Pegaram em mim, lavaram-me com Dodots, escovaram-me e pentearam-me, puseram-m spray hidratante do pelo e, pior que tudo, perfumaram-me! Afinal, eu também estava pronto para ir a um baile!
Enfim, perto da 1h da manhã lá fui eu no carro, buscar o Afonso. Como chegámos cedo, ficámos estacionados mesmo junto ao portão da quinta, e eu pude debruçar-me na janela do carro para ver passar as raparigas que estavam de saída. Fartei-me de abanar a cauda!
Ficam aqui as fotos que a dona me tirou com o Afonso, no regresso a casa...
Obviamente que o Afonso ainda não a trouxe cá a casa, mas por isso mesmo, decidimos investigar!
Os preparativos para o baile, começaram cedo. Indeciso sobre o que vestir, o Afonso bandoleava-se pela casa fora, nervoso, experimentando todas as gravatas e sapatos do pai, acabando por não escolher nenhuns, bramindo blasfémias para o ar. Para arranjar o cabelo, foi talvez mais de uma hora, desde esticar o cabelo com a máquina da irmã, a por-lhe cera e a pentear-se no ângulo certo... enfim...! Antigamente os homens não precisavam de fazer nada destas coisas!
É claro que por ser um dia de baile de gala, eu como cachorro também não me safei.
Andei toda a tarde a brincar com o Afonso, levava-lhe as meias de cima da cama, tirava-lhe o cinto... enfim... no fundo eu só queria que ele se descontraísse!
O baile começava com um jantar de recepção na Quinta do Barco, e depois, numa espécie de tenda, dançavam até á 1h30 da manhã.
Quando o Afonso já estava no baile, aí é que me tramaram!
Pegaram em mim, lavaram-me com Dodots, escovaram-me e pentearam-me, puseram-m spray hidratante do pelo e, pior que tudo, perfumaram-me! Afinal, eu também estava pronto para ir a um baile!
Enfim, perto da 1h da manhã lá fui eu no carro, buscar o Afonso. Como chegámos cedo, ficámos estacionados mesmo junto ao portão da quinta, e eu pude debruçar-me na janela do carro para ver passar as raparigas que estavam de saída. Fartei-me de abanar a cauda!
Ficam aqui as fotos que a dona me tirou com o Afonso, no regresso a casa...
Junhon - PARABÉNS DONA!!!
A minha dona fez anos! Mais precisamente, 20 Primaveras!
Cá em casa houve um pequeno almoço de família, veio a avó Guida, a tia Filomena, o tio Chico, a tia Tininha e a Alexandra. Foi uma bela tarde!
É claro que um grande numero de pessoas é sempre vantajoso para mim, que lá vou conseguindo partir o coração a um e a outro, fazendo olhinhos e "carneirinho mal-morto" e, assim, conseguindo uma guloseima de um, outra de outro... e por aí fora...
A avó Guida, é uma das que mais se deixa convencer. Gosto muito quando ela me faz festas e quando me dá, ao lanche, pedacinhos do pão dela.
A tia Filomena tem comigo uma relação mais formal, mas ultimamente temo-nos entendido um pouco melhor!
O tio Chico... somos grandes amigos! Leva-me a passear imensas vezes, faz-me muitas festinhas na barriga e atrás das orelhas e de vez em quando dá-me coisas boas para comer... coisas que geralmente a minha dona não deixa que eu petisque...!
Vá lá tio, dá-me um pedacinho disso!
A tia Tininha também é uma grande amiga. Simpatizei com ela desde o início. Adoro deitar-me em cima dela a receber festas!
A migui também teve tempo para mim, apesar de toda a asáfama.
E o Afonso, o Afonso é sempre o mesmo, nas suas palhaçadas!
As duas melhores amigas, a minha dona, Sofia, e a Alexandra. A Alexandra é quase bióloga mas tem muito medo de mim! E eu que gosto tanto dela! Mas já conseguimos ultrapassar a primeira barreira, até já me faz festas quando me vê... só não posso é tentar esconder-me dentro da roda dos vestidos dela, isso deixa-a louca!
A minha dona recebeu muitas prendas! Dinheiro, roupas, livros, algumas peças para o serviço da vista alegre que está a fazer, bijutaria, uma mala, e um bonito relógio Eletta Vilamoura.
Ena! Tantas prendas! Tantos embrulhos e saquinhos! Roí-a-os todos se podesse!
Mas depois de festejar um bocadinho com toda a gente, aproveito quando todos estão distraídos a conversar para fazer o que realmente gosto de fazer nas festas: roer os papeis de embrulho e os laços e espalha-los pelo chão! Isso sim deixa-me feliz e realizado!
E por fim, eu e a minha dona, num momento muito alegre e especial... enfim, apenas nós...!
Cá em casa houve um pequeno almoço de família, veio a avó Guida, a tia Filomena, o tio Chico, a tia Tininha e a Alexandra. Foi uma bela tarde!
É claro que um grande numero de pessoas é sempre vantajoso para mim, que lá vou conseguindo partir o coração a um e a outro, fazendo olhinhos e "carneirinho mal-morto" e, assim, conseguindo uma guloseima de um, outra de outro... e por aí fora...
A avó Guida, é uma das que mais se deixa convencer. Gosto muito quando ela me faz festas e quando me dá, ao lanche, pedacinhos do pão dela.
A tia Filomena tem comigo uma relação mais formal, mas ultimamente temo-nos entendido um pouco melhor!
O tio Chico... somos grandes amigos! Leva-me a passear imensas vezes, faz-me muitas festinhas na barriga e atrás das orelhas e de vez em quando dá-me coisas boas para comer... coisas que geralmente a minha dona não deixa que eu petisque...!
Vá lá tio, dá-me um pedacinho disso!
A tia Tininha também é uma grande amiga. Simpatizei com ela desde o início. Adoro deitar-me em cima dela a receber festas!
A migui também teve tempo para mim, apesar de toda a asáfama.
E o Afonso, o Afonso é sempre o mesmo, nas suas palhaçadas!
As duas melhores amigas, a minha dona, Sofia, e a Alexandra. A Alexandra é quase bióloga mas tem muito medo de mim! E eu que gosto tanto dela! Mas já conseguimos ultrapassar a primeira barreira, até já me faz festas quando me vê... só não posso é tentar esconder-me dentro da roda dos vestidos dela, isso deixa-a louca!
A minha dona recebeu muitas prendas! Dinheiro, roupas, livros, algumas peças para o serviço da vista alegre que está a fazer, bijutaria, uma mala, e um bonito relógio Eletta Vilamoura.
Ena! Tantas prendas! Tantos embrulhos e saquinhos! Roí-a-os todos se podesse!
Mas depois de festejar um bocadinho com toda a gente, aproveito quando todos estão distraídos a conversar para fazer o que realmente gosto de fazer nas festas: roer os papeis de embrulho e os laços e espalha-los pelo chão! Isso sim deixa-me feliz e realizado!
E por fim, eu e a minha dona, num momento muito alegre e especial... enfim, apenas nós...!
Maio - lar, doce lar...
Bem, e para quem não sabe... esta é a minha caminha!
Adoro-a e nunca me canso de estar nela.
Agora com este calor todo, não durmo nela durante toda a noite, mas é sempre nela que durmo o primeiro sono e procuro também dormir lá numa das minhas sestas da tarde. É minha! Só minha! Que fique bem claro...
Mas claro, ás vezes por causa do calor, deixo a caminha e durmo no chão...
Sem dormir é que eu não fico! Sou o sonecas da dona!
Adoro-a e nunca me canso de estar nela.
Agora com este calor todo, não durmo nela durante toda a noite, mas é sempre nela que durmo o primeiro sono e procuro também dormir lá numa das minhas sestas da tarde. É minha! Só minha! Que fique bem claro...
Mas claro, ás vezes por causa do calor, deixo a caminha e durmo no chão...
Sem dormir é que eu não fico! Sou o sonecas da dona!
Maio - Dia da Sorte Grande
A dona perdeu a cabeça!
Foi ao talho e comprou-me um, osso, um dos verdadeiros! Um osso de joelho de vaca, que eu posso roer à vontade sem que haja o perigo de o engolir...
Claro está que foi uma santa tarde... eu e o meu ossinho!
Foi ao talho e comprou-me um, osso, um dos verdadeiros! Um osso de joelho de vaca, que eu posso roer à vontade sem que haja o perigo de o engolir...
Claro está que foi uma santa tarde... eu e o meu ossinho!
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